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Nesse post eu vou escrever os detalhes e características do sistema de controle de marketing de rede (GMR)

obs: Se você  precisa de um sistema web personalizado fale conosco. :-)

A Komeia Interativa é a primeira empresa a desenvolver um gerenciador de marketing Multi Nível em Ruby on Rails a linguagem mais rápida e confiável do momento.

Com a linguagem Ruby on Rails esta mais fácil de agradar os clientes do Marketing de rede devido a facilidade de adaptar os recursos do sistema para cada empresa. Veja abaixo!

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Dando continuidade ao artigo anterior das maiores diferenças entre o GMR e os softwares da concorrência, irei expor as vantagens de ter o suporte disponibilizado pela komeia para os clientes do GMR.

Para quem tem ou teve um software da concorrência, sabe como é difícil ser atendido, ouvido e principalmente ter o problema resolvido. Nós da Komeia aprendemos por experiência que o cliente precisa de nós, assim como precisamos dele, não adianta ter o melhor software e não saber como usar, ou ter um software que não atenda suas expectativas.

Se você passou por isso, sabe como é grande a dor de cabeça, ou como é frustrante quando você contrata alguém para fazer algo e essa pessoa não consegue realizar o trabalho, e simplesmente desaparece sem dar uma justificativa ou atender seu contato.

Poderia falar sobre tantas outras consequências negativas de se contratar empresas ou pessoas que não tem uma estrutura de T.I e suporte condizentes com as expectativas de crescimento do cliente, porém, acho mais produtivo falar sobre alguns diferenciais competitivos que a Komeia disponibiliza através de seus produtos em especial o GMR.

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Parte 1

Com certeza você já nos ouviu falar que o GMR é o melhor software de Gerenciamento de Marketing Multinível do Brasil, mas talvez ainda se pergunte por que é considerado o melhor.
Vou abordar as principais diferenças entre o GMR e os atuais softwares concorrentes no mercado brasileiro. Irei abordar uma de cada vez para expor o máximo do assunto por vez, e dar uma maior chance de você mesmo definir qual é o melhor.

Vamos começar com a diferença mais abordada em nosso blog e site institucional, que é a linguagem de programação atualmente utilizada para desenvolver o GMR.

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Bom o controle de versões é feito para ter um acompanhamento do projeto, onde deve ter melhorias e ajustes de imprevistos e erros do software. Além de ficar mais organizado e poder fazer um planejamento de metas a serem alcançadas dentro das versões.

Esse controle de versões serve também para evitar alguns erros durante a implementação do sistema como:

1-    Sobre escrita de código de outra pessoa, e não conseguir voltar, como era antes de sobre escrever o código.

2-    Dificuldade de visualizar as mudanças feitas no sistema.

3-    Dificuldade de recuperar o código de uma versão mais antiga.

4-    Problemas em manter a variação do sistema ao mesmo tempo.

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Neste ultimo fim de semana ocorreu o CONUNE (Congresso nacional da UNE) em sua 52º edição, na cidade de Goiânia, onde foram debatidos muitos assuntos como o uso de agrotóxicos e sobre o código florestal, coloquei esses dois temas em destaque por serem importantes no cenário nacional e que estão já sendo vistos no momento que vivemos.

Eu participei do debate sobre os agrotóxicos e foram pautados vários assuntos interessantes sobre o uso do agrotóxico, como os males que esse veneno causa em nosso meio ambiente e também no nosso próprio organismo, como hoje o uso do mesmo está afetando a economia mundial, como poderíamos parar de utilizar esse produto em nossas lavouras de grande, médio e pequeno porte.

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Depois de ver as empresas de MMN (Marketing Multinível) cometerem o mesmo erro varias e varias vezes resolvi escrever este artigo, com o intuito de ajudá-los a entenderem porque precisam de um bom software de Gerenciamento do MMN e qual é a melhor opção segundo seu planos de negócio e situação financeira.

Primeiro é importante que todo empresário do ramo de MMN que tem ou pensa em criar sua própria empresa, tenha o entendimento de que para o empreendimento dar certo não basta somente “ter bom animo” e “motivação pessoal”.  Nenhuma empresa que pensa em administrar um negócio com mais de 1000 associados pode achar que vai muito longe sem um bom gerenciador, e quando falamos em MMN, falamos de um Gerenciador de Marketing de Rede eficaz e maleável.

 

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Acabou a época em que se usava Pagseguro, Moip, DinheiroMail e outros para proporcionar varias formas de pagamento. Com a chegada da PagKom (Empresa de processamento de pagamentos do grupo KOMEIA),  todas as principais opções de pagamento ficam disponíveis para os usuários do GMR (Gerenciador de Marketing de Rede), sem propaganda e sem necessidade de associação com empresas de terceiros.
Com essa nova opção a Komeia conseguiu reduzir significativamente os custos de implementação e uso das formas de pagamento para seus clientes.

A PagKom integra todos os meios de pagamento e consolida o processo de contas a receber das principais lojas virtuais do Brasil. Fornece a empresas de todos os portes uma solução consolidada para processamento de transações no Brasil e também em países como México, Colômbia, Argentina e Chile.
A plataforma da PagKom interliga o comerciante aos mais diversos meios de pagamento online, como Cartão de Crédito (todas as bandeiras), Débito, Boleto Bancário, Financiamento e outros. A PagKom oferece valores agregados de um gateway, que inclui:

 

 

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Código de ética diante dos vendedores diretos e entre empresas

1. GERAL

1.1 ABRANGÊNCIA DO CÓDIGO
Este Código contém disposições relacionadas à conduta das empresas no relacionamento com os
vendedores diretos, assim como para o relacionamento entre as próprias empresas e visa contribuir
para a satisfação dos vendedores diretos e para a promoção da concorrência leal, respeitando a
livre iniciativa, para a disseminação da imagem pública da venda direta e para a percepção pela
sociedade da atividade de venda direta como oportunidade de trabalho e geração de renda.

1.2 GLOSSÁRIO DE TERMOS – para os objetivos deste Código, os termos nele utilizados têm os
seguintes significados:
Administrador do Código: a pessoa ou entidade independente nomeada pela ABEVD para
acompanhar e orientar o cumprimento deste Código pelas empresas e para solucionar as
reclamações relacionadas às disposições deste Código.
Empresa: é uma entidade de negócios (a) que utiliza o sistema de distribuição por venda direta
para comercialização de seus produtos e (b) que é associada à ABEVD.
Consumidor: é qualquer pessoa que adquira ou consuma produtos de uma empresa comercializados
por um vendedor direto ou pela própria empresa.
Vendedor direto: é uma pessoa que, na condição de vendedor autônomo, participa do sistema de
distribuição de uma empresa de venda direta, sem manter com essa empresa relação de emprego.
O vendedor direto comercializa bens ou serviços diretamente para os consumidores em ambiente
diverso de um local de varejo permanente e fi xo, geralmente explicando ou demonstrando os bens
ou serviços.
Comprovante de pedido: é um documento manuscrito, impresso ou digitalizado em formato para
impressão ou download, que confi rme os detalhes do pedido efetuado por um consumidor e sirva
como comprovante de venda.
Produto: é um bem ou serviço, tangível ou intangível.
Recrutamento: qualquer atividade conduzida com o objetivo de auxiliar uma pessoa a se tornar
vendedor direto.
Venda direta: é a comercialização de bens ou serviços diretamente ao consumidor, em sua
residência ou na de outras pessoas, em seu local de trabalho ou em qualquer outro ambiente
diverso de um local de varejo permanente e fi xo, através da ação de um vendedor direto.

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I. ESTATUTO DO VENDEDOR DIRETO

1. Venda Direta

A venda direta deve ser entendida como aquela em que produtos e serviços são apresentados diretamente ao consumidor, por intermédio de explicações pessoais e demonstrações.

2. Vendedor Direto

É uma pessoa que participa do sistema de distribuição de uma empresa de venda direta. Pode ser agente comercial independente, contratado por empreitada, revendedor ou distribuidor independente, representante empregado ou por conta própria, franqueado ou similar.

O vendedor direto no Brasil em geral é um revendedor autônomo e independente, que adquire produtos das empresas de vendas diretas e os revende aos seus clientes, com uma margem de lucro. Portanto, os revendedores possuem natureza jurídica de comerciantes.

Em conformidade com o Código Comercial Brasileiro (Lei n º 556, de 01.01.1850), podem ser comerciantes no País todas as pessoas que se achem na livre administração de suas pessoas e de seus bens e que não estejam expressamente proibidas pela Lei.

A partir da promulgação da Lei n º 6.586, de 06.11.1978, a venda direta pelo ambulante passou a ser disciplinada isoladamente, ficando confirmado o enquadramento do vendedor como comerciante ambulante.

A mencionada lei dispõe que “Considera-se comerciante ambulante aquele que, pessoalmente, por conta própria e a seus riscos, exerce pequena atividade comercial em via pública, ou de porta em porta” (art. 1o).,

Ficou ressalvado no artigo 2º dessa Lei que não serão considerados comerciantes ambulantes, aquele que exercem atividades em condições que caracterizem a existência de relação de emprego com o fornecedor dos produtos.

O comerciante ambulante, conforme dispõe o Decreto Lei número 486, de 03.03.1969, está desobrigado de seguir ordem uniforme de escrituração, utilizando os livros e papéis adequados, desde que estejam inseridos numas das seguintes hipóteses:

  • natureza artesiana da atividade;
  • predominância do trabalho próprio ou de familiares, ainda que organizada a atividade;
  • capital efetivamente empregado;
  • condições peculiares da atividade, que revelem a exigüidade do comércio existente.

O comerciante ambulante está obrigado a se inscrever na Previdência Social, na categoria de autônomo contribuinte obrigatório, de acordo com a Lei n º 6.586, de 06.11.1978.

Não são abrangidas pela Lei n º 6.586/78 outras atividades que, apesar de exercidas em vias ou logradouros públicos sejam objeto de legislação específica.

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Os empreendimentos de base domiciliar são uma tendência mundial que não pára de crescer, pois ocupam a enorme lacuna deixada pelo desemprego, pelas mudanças da relação empresa/empregado, pois oferecem uma alternativa para milhões de pessoas insatisfeitas com o que fazem e principalmente com o que ganham, e atraem também empreendedores oferecendo a eles uma real possibilidade de terem o seu próprio negócio sem necessidade de alto investimento. É um sistema muito inteligente, que pega carona em alguns princípios vencedores do franchising: redução dos riscos pela economia de escala, capacitação, marketing e assessoria especializada, em um padrão de sucesso comprovado e reproduzível.

É como se fosse uma franquia pessoal, com a diferença que o empreendedor não precisa investir em ponto de venda, estoque, contabilidade e funcionários, nem pagar royalties. Basta adquirir alguns materiais de apoio, produtos ou serviços e fazer treinamentos para iniciar o seu próprio negócio comercial.

Da mesma forma que no varejo, no franchising e em todos os canais de distribuição tradicionais, vários intermediários são remunerados no caminho entre a fábrica e o cliente final. Existem os importadores, os atacadistas, os distribuidores, os varejistas e as empresas publicitárias que contribuem para aumentar o preço final do produto. A diferença é que, nos sistemas de marketing multinível, esses intermediários são eliminados e os produtos chegam direto aos consumidores que também fazem a divulgação e propaganda boca-a-boca do produto e podem indicar para outras pessoas e receber comissões.

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1. Comprometa-se com o sucesso.

Antes de iniciar qualquer negócio, você precisa comprometer-se com o sucesso. Se você pensa em fazer algo só para experimentar, Não Entre Neste Negócio. Se você realmente deseja ter sucesso, então este é o negócio para a sua independência financeira. Mas cuidado se alguém lhe disser que é preciso se comprometer investindo altos valores, adquirindo grandes estoques de produtos ou comprando posição de destaque na empresa, pode ser apenas enganação.

2. Conheça bem os produtos que você comercializa.

Se você não estiver seguro do benefício e familiarizado com os produtos fornecidos pela sua companhia de marketing de rede, não há como representá-los. Você precisa ser um produto de seus produtos, portanto use-os corretamente, perceba realmente os benefícios e recomende a todos que conhece. No entanto, cuidado com produtos alardeados como milagrosos sem comprovação científica no país e muitas vezes sem a autorização oficial dos órgãos competentes para comercialização.

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