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	<title>Blog Komeia &#187; muitinivel Multinivel</title>
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	<description>Blog da agência digital Komeia sobre internet, web marketing, tecnologia e o trabalho da agencia</description>
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		<item>
		<title>Código de Ética</title>
		<link>http://blog.komeia.com/2010/09/17/codigo-de-etica/</link>
		<comments>http://blog.komeia.com/2010/09/17/codigo-de-etica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 14:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[marketing de rede]]></category>
		<category><![CDATA[muitinivel Multinivel]]></category>
		<category><![CDATA[Multinivel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.komeia.com/?p=519</guid>
		<description><![CDATA[Código de ética diante dos vendedores diretos e entre empresas 1. GERAL 1.1 ABRANGÊNCIA DO CÓDIGO Este Código contém disposições relacionadas à conduta das empresas no relacionamento com os vendedores diretos, assim como para o relacionamento entre as próprias empresas e visa contribuir para a satisfação dos vendedores diretos e para a promoção da concorrência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="color: #ffcc00;">Código de ética diante dos vendedores diretos e entre empresas</span></h1>
<h3>1. GERAL</h3>
<p><strong>1.1 ABRANGÊNCIA DO CÓDIGO</strong><br />
Este Código contém disposições relacionadas à conduta das empresas no relacionamento com os<br />
vendedores diretos, assim como para o relacionamento entre as próprias empresas e visa contribuir<br />
para a satisfação dos vendedores diretos e para a promoção da concorrência leal, respeitando a<br />
livre iniciativa, para a disseminação da imagem pública da venda direta e para a percepção pela<br />
sociedade da atividade de venda direta como oportunidade de trabalho e geração de renda.</p>
<p><strong>1.2 GLOSSÁRIO DE TERMOS</strong> – para os objetivos deste Código, os termos nele utilizados têm os<br />
seguintes significados:<br />
<strong>Administrador do Código:</strong> a pessoa ou entidade independente nomeada pela ABEVD para<br />
acompanhar e orientar o cumprimento deste Código pelas empresas e para solucionar as<br />
reclamações relacionadas às disposições deste Código.<br />
<strong>Empresa:</strong> é uma entidade de negócios (a) que utiliza o sistema de distribuição por venda direta<br />
para comercialização de seus produtos e (b) que é associada à ABEVD.<br />
<strong>Consumidor:</strong> é qualquer pessoa que adquira ou consuma produtos de uma empresa comercializados<br />
por um vendedor direto ou pela própria empresa.<br />
<strong>Vendedor direto:</strong> é uma pessoa que, na condição de vendedor autônomo, participa do sistema de<br />
distribuição de uma empresa de venda direta, sem manter com essa empresa relação de emprego.<br />
O vendedor direto comercializa bens ou serviços diretamente para os consumidores em ambiente<br />
diverso de um local de varejo permanente e fi xo, geralmente explicando ou demonstrando os bens<br />
ou serviços.<br />
<strong>Comprovante de pedido:</strong> é um documento manuscrito, impresso ou digitalizado em formato para<br />
impressão ou download, que confi rme os detalhes do pedido efetuado por um consumidor e sirva<br />
como comprovante de venda.<br />
<strong>Produto:</strong> é um bem ou serviço, tangível ou intangível.<br />
<strong>Recrutamento:</strong> qualquer atividade conduzida com o objetivo de auxiliar uma pessoa a se tornar<br />
vendedor direto.<br />
<strong>Venda direta:</strong> é a comercialização de bens ou serviços diretamente ao consumidor, em sua<br />
residência ou na de outras pessoas, em seu local de trabalho ou em qualquer outro ambiente<br />
diverso de um local de varejo permanente e fi xo, através da ação de um vendedor direto.<br />
<span id="more-519"></span><br />
<strong>1.3 ADOÇÃO DESTE CÓDIGO PELAS EMPRESAS</strong><br />
As empresas se comprometem a adotar e executar normas de conduta que incorporem a essência<br />
das disposições deste Código como condição para admissão e permanência no quadro de<br />
associados à ABEVD. As empresas também se comprometem a dar divulgação a este Código e às<br />
disposições especificamente aplicáveis aos consumidores e aos vendedores diretos, bem como a<br />
informar sobre como e em que locais os consumidores e os vendedores diretos podem obter cópia<br />
deste Código.</p>
<p><strong>1.4 VENDEDORES DIRETOS</strong><br />
Os vendedores diretos devem ser incentivados pelas empresas a observar normas de conduta que<br />
atendam aos padrões estabelecidos neste Código.</p>
<p><strong>1.5 AUTO-REGULAMENTAÇÃO</strong><br />
Este Código se constitui em medida de auto-regulamentação da atividade de venda direta e o<br />
cumprimento das obrigações nele estabelecidas implica comportamento ético que atenda ou<br />
mesmo exceda às exigências legais. A inobservância deste Código não acarreta responsabilidade<br />
civil perante terceiros. Com o encerramento de sua associação à ABEVD, uma empresa não<br />
permanecerá vinculada a este Código. Todavia, as disposições deste Código continuarão a se<br />
aplicar aos eventos ou transações correspondentes ao período de associação da empresa à<br />
ABEVD.</p>
<p><strong>1.6 LEGISLAÇÃO</strong><br />
As empresas devem cumprir as exigências legais estabelecidas nos países em que conduzem seus<br />
negócios. Portanto, este Código não reproduz todas as obrigações legais aplicáveis à atividade de<br />
venda direta. A conformidade por parte das empresas com a legislação que se aplica à atividade<br />
de venda direta é condição para associação e permanência na ABEVD.</p>
<p><strong>1.7 EXTRATERRITORIALIDADE</strong><br />
As disposições deste Código aplicam-se às atividades de venda direta desenvolvidas por empresa<br />
fora do território brasileiro, salvo na hipótese dessas atividades ocorrerem no território de jurisdição<br />
de uma associação nacional de empresas de venda direta de um outro país, à qual a empresa<br />
também esteja associada e a cujo Código de Ética se encontre vinculada.</p>
<h3>2. CONDUTA DIANTE DOS VENDEDORES DIRETOS</h3>
<p><strong>2.1 CONCORDÂNCIA POR PARTE DOS VENDEDORES DIRETOS</strong><br />
A empresa deve recomendar e estimular o vendedor direto a cumprir este Código e observar<br />
regras de conduta que obedeçam a seus padrões.</p>
<p><strong>2.2 RECRUTAMENTO</strong><br />
A empresa não deve usar práticas de recrutamento enganosas, desleais ou que induzam a erro no<br />
seu relacionamento com o potencial vendedor direto.</p>
<p><strong>2.3 INFORMAÇÕES COMERCIAIS</strong><br />
As informações fornecidas pela empresa ao vendedor direto potencial ou em atividade, referentes a<br />
oportunidades comerciais e aos respectivos direitos e obrigações devem ser precisas e completas.<br />
A empresa não deve fazer qualquer declaração a um potencial vendedor direto que não possa ser<br />
confirmada nem efetuar qualquer promessa que não possa ser cumprida. A empresa não deve<br />
apresentar vantagens acerca das oportunidades comerciais para qualquer vendedor direto em<br />
potencial de forma enganosa ou que induza a erro. A empresa não pode determinar o preço de<br />
revenda de seus produtos ao vendedor direto, que é livre para estabelecer suas próprias práticas<br />
comerciais.</p>
<p><strong>2.4 GANHOS E DEMONSTRATIVOS</strong><br />
A empresa deve fornecer ao vendedor direto demonstrativos periódicos referentes a compras,<br />
vendas, lucros, bônus, descontos, entregas, cancelamentos e outros dados relevantes, em<br />
conformidade com o acordo estabelecido entre a empresa e o vendedor direto. Todo valor devido<br />
deve ser pago e eventual retenção deve ser efetuada de maneira comercialmente razoável.<br />
<strong><br />
2.5 ALEGAÇÕES SOBRE GANHOS</strong><br />
A empresa e o vendedor direto não devem distorcer as informações relativas ao volume de vendas<br />
ou ao valor dos ganhos, reais ou potenciais, do vendedor direto.</p>
<p><strong>2.6. RELACIONAMENTO</strong><br />
A empresa deve fornecer ao vendedor direto um contrato escrito, a ser assinado tanto pela empresa<br />
como pelo vendedor direto, ou uma declaração por escrito, contendo todas as informações<br />
essenciais ao relacionamento entre a empresa e o vendedor direto. A empresa deve informar ao<br />
vendedor direto sobre suas obrigações legais, inclusive licenças, registros e tributos aplicáveis.</p>
<p><strong>2.7 OBRIGAÇÕES FINANCEIRAS</strong><br />
A empresa e o vendedor direto não devem solicitar que vendedor direto, em potencial ou em<br />
atividade, se comprometa ao pagamento de taxas de adesão, treinamento ou de materiais<br />
promocionais que sejam desproporcionalmente elevadas, nem qualquer outra taxa relacionada<br />
exclusivamente ao direito de participar do sistema de distribuição da empresa. Quaisquer taxas<br />
cobradas de uma pessoa que queira se tornar um vendedor direto devem estar diretamente<br />
relacionadas ao valor dos materiais, dos produtos e dos serviços fornecidos em troca.</p>
<p><strong>2.8 TÉRMINO DO RELACIONAMENTO COMERCIAL</strong><br />
Por ocasião do término do relacionamento com o vendedor direto, as empresas aceitarão devolução<br />
de mercadorias não vendidas, porém comercializáveis, acompanhadas da devida documentação<br />
fiscal. Poderão ser deduzidas pelas empresas exclusivamente as despesas financeiras, de<br />
transporte e de incentivos correspondentes.</p>
<p><strong>2.9 ESTOQUE</strong><br />
A empresa não deve solicitar ou encorajar o vendedor direto a adquirir uma quantidade excessiva<br />
de produtos. A empresa deve adotar medidas adequadas para se assegurar que o vendedor<br />
direto que estiver recebendo ganho adicional pelo volume de vendas de outros vendedores diretos<br />
que integrem seu grupo de relacionamento esteja, juntamente com os integrantes de seu grupo<br />
de relacionamento, consumindo ou revendendo os produtos adquiridos, a fi m de que possa se<br />
qualificar ao recebimento desse ganho adicional.</p>
<p><strong>2.10 OUTROS MATERIAIS</strong><br />
A empresa deve desaconselhar o vendedor direto a comercializar ou exigir a compra por parte<br />
de terceiros de qualquer material que não seja consistente com as políticas e procedimentos da<br />
empresa.<br />
O vendedor direto que comercializa material promocional ou de treinamento aprovado pela<br />
empresa, seja impresso ou em formato eletrônico, (a) deve utilizar somente material que esteja<br />
em conformidade com os padrões adotados pela empresa, (b) não deve fazer da aquisição de<br />
material de suporte à atividade de venda uma exigência para os vendedores diretos que integrem<br />
seu grupo de relacionamento, (c) deve fornecer material de suporte à atividade de venda a um<br />
preço razoável e justo, que seja equivalente ao de material semelhante geralmente disponível no<br />
mercado, e (d) deve assegurar por escrito o compromisso com uma política de devolução que<br />
seja igual à política de devolução da empresa à qual o vendedor direto se encontre relacionado.<br />
A empresa deve adotar medidas eficazes e razoáveis para se assegurar de que o material de<br />
suporte à atividade de venda produzido pelo vendedor direto esteja em conformidade com as<br />
disposições deste Código e não seja enganoso ou induza a erro.</p>
<p><strong>2.11 TREINAMENTO</strong><br />
A empresa deve fornecer treinamento adequado para que o vendedor direto atue de forma ética.</p>
<h3>3. CONDUTA ENTRE AS EMPRESAS</h3>
<p><strong>3.1 RELACIONAMENTO</strong><br />
A empresa deve conduzir suas atividades com espírito de concorrência leal em relação às<br />
demais empresas.</p>
<p><strong>3.2 ALICIAMENTO</strong><br />
A empresa e o vendedor direto não devem desenvolver ações abusivas e inadequadas de atração<br />
de vendedores diretos relacionados a outras empresas.</p>
<p><strong>3.3 DENEGRIMENTO</strong><br />
A empresa não deve denegrir e nem aprovar de forma alguma que o vendedor direto a ela<br />
relacionado denigra os produtos, os planos de venda e de marketing ou qualquer outro atributo de<br />
outra empresa.</p>
<h3>4. APLICAÇÃO DO CÓDIGO</h3>
<p><strong>4.1 RESPONSABILIDADE DA EMPRESA</strong><br />
A responsabilidade primária no cumprimento deste Código é de cada empresa. Em caso de<br />
infração ao Código, a empresa deve fazer todo o possível para satisfazer o reclamante.</p>
<p><strong>4.2 NOMEAÇÃO DO ADMINISTRADOR DO CÓDIGO</strong><br />
A ABEVD deve nomear uma pessoa ou entidade independente como Administrador deste Código.<br />
O Administrador do Código deve acompanhar e orientar o cumprimento deste Código por parte<br />
das empresas através de medidas adequadas e deve ser responsável pelo estabelecimento e<br />
aplicação de regras de processo para resolução das reclamações. O Administrador do Código<br />
deve dirimir qualquer reclamação de consumidor que esteja baseada em infração a este Código e<br />
que não tenha sido solucionada.<br />
<strong>4.3 MEDIDAS DE REPARAÇÃO</strong><br />
O Administrador do Código pode recomendar à empresa o cancelamento de pedidos, a devolução<br />
de produtos adquiridos, o reembolso de pagamentos ou outras medidas adequadas, incluindo<br />
cancelamento ou rescisão de contrato de vendedor direto com empresa, bem como efetuar<br />
advertência à empresa.</p>
<p><strong>4.4 RECEBIMENTO E PROCESSAMENTO DE RECLAMAÇÕES</strong><br />
A ABEVD e o Administrador deste Código devem estabelecer, divulgar e implementar procedimentos<br />
para recebimento e processamento de reclamações a fi m de assegurar sua solução imediata.<br />
As empresas também devem estabelecer, divulgar e implementar procedimentos próprios para<br />
recebimento e processamento de reclamações igualmente com a fi nalidade de sua pronta solução.</p>
<p><strong>4.5 DIVULGAÇÃO</strong><br />
Todas as empresas devem divulgar este Código de Ética para os consumidores e vendedores diretos.</p>
<h1>Código de ética Diante dos Consumidores</h1>
<h3>1. GERAL</h3>
<p><strong>1.1 ABRANGÊNCIA DESTE CÓDIGO</strong><br />
Este Código contém disposições relacionadas à conduta das empresas para proteção dos direitos dos consumidores e visa contribuir para a satisfação desses consumidores, para a promoção da concorrência leal, respeitando-se a livre iniciativa, para a disseminação da imagem pública da venda direta e para a percepção pela sociedade da atividade de venda direta como oportunidade de trabalho e geração de renda.</p>
<p><strong>1.2 GLOSSÁRIO DE TERMOS – para os objetivos deste Código, os termos nele utilizados têm os seguintes significados:</strong><br />
<strong>Administrador do Código: </strong>a pessoa ou entidade independente nomeada pela ABEVD para acompanhar e orientar o cumprimento deste Código pelas empresas e para solucionar as reclamações relacionadas às disposições deste Código.<br />
<strong>Empresa:</strong> é uma entidade de negócios (a) que utiliza o sistema de distribuição por venda direta para comercialização de seus produtos e (b) que é associada à ABEVD. Consumidor: é qualquer pessoa que adquira ou consuma produtos de uma empresa comercializados por um vendedor direto ou pela própria empresa.<br />
<strong>Vendedor direto:</strong> é uma pessoa que, na condição de vendedor autônomo, participa do sistema de distribuição de uma empresa de venda direta, sem manter com essa empresa relação de emprego. O vendedor direto comercializa bens ou serviços diretamente para os consumidores em ambiente diverso de um local de varejo permanente e fi xo, geralmente explicando ou demonstrando os bens ou serviços.<br />
<strong>Comprovante de pedido:</strong> é um documento manuscrito, impresso ou digitalizado em formato para impressão ou download, que confi rme os detalhes do pedido efetuado por um consumidor e sirva como comprovante de venda.<br />
<strong>Produto:</strong> é um bem ou serviço, tangível ou intangível.<br />
<strong>Recrutamento:</strong> qualquer atividade conduzida com o objetivo de estabelecer uma pessoa como vendedor direto.<br />
<strong>Venda direta:</strong> é a comercialização de bens ou serviços diretamente ao consumidor, em sua residência ou na de outras pessoas, em seu local de trabalho ou em qualquer outro ambiente diverso de um local de varejo permanente e fi xo, através da ação de um vendedor direto.</p>
<p><strong>1.3 ADOÇÃO DESTE CÓDIGO PELAS EMPRESAS</strong><br />
As empresas se comprometem a adotar e executar normas de conduta que incorporem a essência das disposições deste Código como condição para admissão e permanência no quadro de associados à ABEVD. As empresas também se comprometem a divulgar este Código e as disposições especificamente aplicáveis aos consumidores e aos vendedores diretos, bem como a informar sobre como e em que locais os consumidores e os vendedores diretos podem obter cópia deste Código.</p>
<p><strong>1.4 VENDEDORES DIRETOS</strong><br />
Os vendedores diretos devem ser incentivados pelas empresas a observar normas de conduta que atendam aos padrões estabelecidos neste Código.</p>
<p><strong>1.5 AUTO-REGULAMENTAÇÃO</strong><br />
Este Código se constitui em medida de auto-regulamentação da atividade de venda direta e o cumprimento das obrigações nele estabelecidas implica comportamento ético que atenda ou mesmo exceda às exigências legais. A inobservância deste Código não acarreta responsabilidade civil perante terceiros. Com o encerramento de sua associação à ABEVD, uma empresa não permanecerá vinculada a este Código. Todavia, as disposições deste Código continuarão a se aplicar aos eventos ou transações correspondentes ao período de associação da empresa à ABEVD.</p>
<p><strong>1.6 LEGISLAÇÃO</strong><br />
As empresas devem cumprir as exigências legais estabelecidas nos países em que conduzem seus negócios. Portanto, este Código não reproduz todas as obrigações legais aplicáveis à atividade de venda direta. A conformidade por parte das empresas com a legislação que se aplica à atividade de venda direta é condição para associação e permanência na ABEVD.</p>
<p><strong>1.7 EXTRATERRITORIALIDADE</strong><br />
As disposições deste Código aplicam-se às atividades de venda direta desenvolvidas por empresa fora do território brasileiro, salvo na hipótese dessas atividades ocorrerem no território de jurisdição de uma associação nacional de empresas de venda direta de um outro país, à qual a empresa também esteja associada e a cujo Código de Ética se encontre vinculada</p>
<h3>2. CONDUTA PARA PROTEÇÃO DOS CONSUMIDORES</h3>
<p><strong>2.1 PRÁTICAS PROIBIDAS</strong><br />
O vendedor direto não deve adotar práticas comerciais enganosas, desleais ou que induzam a erro.</p>
<p><strong>2.2 IDENTIFICAÇÃO</strong><br />
Ao iniciar a atividade de venda, o vendedor direto deve, mesmo que não seja solicitado, identificar-se com clareza e fidedignidade, identificando a empresa cujos produtos está comercializando, a natureza desses produtos e o objetivo de sua abordagem ao potencial consumidor.</p>
<p><strong>2.3 EXPLICAÇÃO E DEMONSTRAÇÃO</strong><br />
O vendedor direto deve oferecer ao consumidor explicação e demonstração precisas e completas sobre o preço do produto e eventuais condições de crédito, os prazos de pagamento, o direito de arrependimento, inclusive políticas de devolução, as condições de garantia, o serviço pós-venda e o prazo de entrega. O vendedor direto deve fornecer respostas precisas e inteligíveis para as perguntas do consumidor. Na medida em que sejam solicitados esclarecimentos com relação à eficácia do produto, o vendedor direto deve fornecer, oralmente ou por escrito, somente as informações autorizadas pela empresa.</p>
<p><strong>2.4 COMPROVAÇÃO DO PEDIDO</strong><br />
Um comprovante de pedido deve ser entregue ou disponibilizado para o consumidor no momento da venda. No caso de uma venda por correio, telefone ou por meios semelhantes, inclusive eletrônicos, que não incluam a presença do consumidor, o comprovante de pedido deve ser entregue ou disponibilizado para o consumidor no menor tempo possível. O comprovante do pedido deve identifi car a empresa e o vendedor direto e conter o nome completo, o endereço permanente e o número de telefone da empresa ou do vendedor direto, assim como todos os termos relevantes da venda. Os termos da garantia, os detalhes e a limitação do serviço pós-venda, o nome e endereço do garantidor, a duração da garantia e a ação de reparação disponível para o consumidor devem estar estipulados de forma clara no comprovante de pedido ou em outro material impresso que acompanhe o produto. Todos os termos devem estar redigidos de forma clara e legível.</p>
<p><strong>2.5 MATERIAL INFORMATIVO</strong><br />
O material informativo, incluindo-se os anúncios e as peças de mala-direta, não deve conter descrições, informações, fotos ou ilustrações do produto que sejam enganosas ou que induzam a erro. O material informativo deve conter o nome e o endereço ou o número de telefone da empresa, podendo incluir o número de telefone do vendedor direto.</p>
<p><strong>2.6 DEPOIMENTOS</strong><br />
A empresa e o vendedor direto não devem se valer de depoimento, testemunho ou declaração de apoio que não seja autorizado ou que seja falso, obsoleto ou inaplicável ou, ainda, que não esteja relacionado com a oferta, ou seja utilizado de modo a induzir o consumidor a erro.</p>
<p><strong>2.7 COMPARAÇÃO E DENEGRIMENTO</strong><br />
A empresa e o vendedor direto não devem fazer uso de comparações que sejam enganosas. Os pontos de comparação devem ser baseados em fatos que possam ser comprovados. A empresa e o vendedor direto não devem denegrir qualquer empresa, negócio ou produto, diretamente ou por insinuação. A empresa e o vendedor direto não devem obter vantagem, de forma desleal, da reputação associada ao nome e à marca de qualquer empresa, negócio ou produto.</p>
<p><strong>2.8. DESISTÊNCIA E DEVOLUÇÃO DO PRODUTO</strong><br />
Independentemente de exigência legal, a empresa e o vendedor direto devem oferecer condições que permitam ao consumidor, em um prazo especificado e razoável, desistir do pedido. Esse prazo deve ser declarado de forma clara. A empresa e o vendedor direto, ao oferecerem o direito de devolução, condicionado ou não a determinados eventos, devem fazê-lo por escrito.</p>
<p><strong>2.9 RESPEITO À PRIVACIDADE</strong><br />
O vendedor direto deve fazer contato pessoal ou por telefone com o consumidor de modo adequado e em horários razoáveis, de forma a evitar incômodo ao consumidor. O vendedor direto deve interromper uma demonstração ou apresentação de venda imediatamente após solicitação do consumidor. A empresa e o vendedor direto devem tomar as medidas apropriadas para assegurar a proteção de todas as informações pessoais fornecidas por um consumidor, por um consumidor em potencial ou por um vendedor direto.</p>
<p><strong>2.10 RESPEITO</strong><br />
O vendedor direto deve respeitar a falta de experiência comercial do consumidor. O vendedor direto não deve abusar da confiança do consumidor e nem se aproveitar de sua idade ou de doença, bem como da falta de entendimento ou de familiaridade com o idioma.</p>
<p><strong>2.11 VENDA POR INDICAÇÃO</strong><br />
A empresa e o vendedor direto não devem induzir uma pessoa a adquirir bens ou serviços com base na perspectiva de obtenção de redução ou recuperação do valor da compra em troca da indicação de potenciais consumidores para compras semelhantes, caso tais benefícios estejam condicionados a eventos futuros e incertos.</p>
<p><strong>2.12 ENTREGA</strong><br />
A empresa e o vendedor direto devem atender no prazo previsto aos pedidos formulados pelo consumidor.</p>
<h3>3. APLICAÇÃO DO CÓDIGO</h3>
<p><strong>3.1 RESPONSABILIDADE DA EMPRESA</strong><br />
A responsabilidade primária no cumprimento deste Código é de cada empresa. Em caso de infração ao Código, a empresa deve fazer todo o possível para satisfazer o reclamante.</p>
<p><strong>3.2 NOMEAÇÃO DO ADMINISTRADOR DO CÓDIGO</strong><br />
A ABEVD deve nomear uma pessoa ou entidade independente como Administrador deste Código. O Administrador do Código deve acompanhar e orientar o cumprimento deste Código por parte das empresas através de medidas adequadas e deve ser responsável pelo estabelecimento e aplicação de regras de processo para resolução das reclamações. O Administrador do Código deve dirimir qualquer reclamação de consumidor que esteja baseada em infração a este Código e que não tenha sido solucionada.</p>
<p><strong>3.3 MEDIDAS DE REPARAÇÃO</strong><br />
O Administrador do Código pode recomendar à empresa o cancelamento de pedidos, a devolução de produtos adquiridos, o reembolso de pagamentos ou outras medidas adequadas, incluindo cancelamento ou rescisão de contrato de vendedor direto com empresa, bem como efetuar advertência à empresa.</p>
<p><strong>3.4 RECEBIMENTO E PROCESSAMENTO DE RECLAMAÇÕES</strong><br />
A ABEVD e o Administrador deste Código devem estabelecer, divulgar e implementar procedimentos para recebimento e processamento de reclamações a fim de assegurar sua solução imediata. As empresas também devem estabelecer, divulgar e implementar procedimentos próprios para recebimento e processamento de reclamações igualmente com a finalidade de sua pronta solução.</p>
<p><strong>3.5 DIVULGAÇÃO</strong><br />
Todas as empresas devem divulgar este Código de Ética para os consumidores e vendedores diretos.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: </em><a href="http://www.abevd.org.br/" target="_blank"><em>www.abevd.org.br</em></a></p>
<p><span class='st_facebook_large' st_title='Código de Ética' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/codigo-de-etica/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Código de Ética' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/codigo-de-etica/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Código de Ética' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/codigo-de-etica/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Código de Ética' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/codigo-de-etica/' displayText='share'></span><span class='st_gbuzz_large' st_title='Código de Ética' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/codigo-de-etica/' displayText='share'></span><span class='st_messenger_large' st_title='Código de Ética' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/codigo-de-etica/' displayText='share'></span><span class='st_orkut_large' st_title='Código de Ética' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/codigo-de-etica/' displayText='share'></span></p>]]></content:encoded>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guia de Legislação no Brasil</title>
		<link>http://blog.komeia.com/2010/09/17/guia-de-legislacao-no-brasil/</link>
		<comments>http://blog.komeia.com/2010/09/17/guia-de-legislacao-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 12:12:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[marketing de rede]]></category>
		<category><![CDATA[muitinivel Multinivel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.komeia.com/?p=506</guid>
		<description><![CDATA[I. ESTATUTO DO VENDEDOR DIRETO 1. Venda Direta A venda direta deve ser entendida como aquela em que produtos e serviços são apresentados diretamente ao consumidor, por intermédio de explicações pessoais e demonstrações. 2. Vendedor Direto É uma pessoa que participa do sistema de distribuição de uma empresa de venda direta. Pode ser agente comercial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>I. ESTATUTO DO VENDEDOR DIRETO</h3>
<p><strong>1. Venda Direta</strong></p>
<p>A venda direta deve ser entendida como aquela em que produtos e serviços são apresentados diretamente ao consumidor, por intermédio de explicações pessoais e demonstrações.</p>
<p><strong>2. Vendedor Direto</strong></p>
<p>É uma pessoa que participa do sistema de distribuição de uma empresa de venda direta. Pode ser agente comercial independente, contratado por empreitada, revendedor ou distribuidor independente, representante empregado ou por conta própria, franqueado ou similar.</p>
<p>O vendedor direto no Brasil em geral é um revendedor autônomo e independente, que adquire produtos das empresas de vendas diretas e os revende aos seus clientes, com uma margem de lucro. Portanto, os revendedores possuem natureza jurídica de comerciantes.</p>
<p>Em conformidade com o Código Comercial Brasileiro (Lei n º 556, de 01.01.1850), podem ser comerciantes no País todas as pessoas que se achem na livre administração de suas pessoas e de seus bens e que não estejam expressamente proibidas pela Lei.</p>
<p>A partir da promulgação da Lei n º 6.586, de 06.11.1978, a venda direta pelo ambulante passou a ser disciplinada isoladamente, ficando confirmado o enquadramento do vendedor como comerciante ambulante.</p>
<p>A mencionada lei dispõe que &#8220;Considera-se comerciante ambulante aquele que, pessoalmente, por conta própria e a seus riscos, exerce pequena atividade comercial em via pública, ou de porta em porta&#8221; (art. 1o).,</p>
<p>Ficou ressalvado no artigo 2º dessa Lei que não serão considerados comerciantes ambulantes, aquele que exercem atividades em condições que caracterizem a existência de relação de emprego com o fornecedor dos produtos.</p>
<p>O comerciante ambulante, conforme dispõe o Decreto Lei número 486, de 03.03.1969, está desobrigado de seguir ordem uniforme de escrituração, utilizando os livros e papéis adequados, desde que estejam inseridos numas das seguintes hipóteses:</p>
<ul>
<li>natureza artesiana da atividade;</li>
<li>predominância do trabalho próprio ou de familiares, ainda que organizada a atividade;</li>
<li>capital efetivamente empregado;</li>
<li>condições peculiares da atividade, que revelem a exigüidade do comércio existente.</li>
</ul>
<p>O comerciante ambulante está obrigado a se inscrever na Previdência Social, na categoria de autônomo contribuinte obrigatório, de acordo com a Lei n º 6.586, de 06.11.1978.</p>
<p>Não são abrangidas pela Lei n º 6.586/78 outras atividades que, apesar de exercidas em vias ou logradouros públicos sejam objeto de legislação específica.</p>
<span id="more-506"></span>
<p><strong>3. Sistemas de Vendas</strong></p>
<p>Quanto às formas de comercialização existentes, existem três formas de a revendedora se relacionar com o consumidor final:</p>
<ol>
<li><strong><em>“Door to door” ou porta-a-porta:</em></strong> a revendedora vai até a residência ou local de trabalho do consumidor e através de folhetos demonstra e vende os produtos. Algumas revendedoras mais empreendedoras têm os produtos de maior procura para pronta entrega</li>
<li><strong><em>Catálogo: </em></strong>a revendedora deixa o catálogo ou folheto na residência do consumidor e depois passa para retirar o pedido (sistemática pouco utilizada no Brasil)</li>
<li><strong><em>“Party plan”:</em></strong> a revendedora, através de uma consumidora denominada anfitriã, promove um chá na casa da anfitriã para diversas senhoras e lá demonstra e revende os produtos (sistemática adotada por poucas empresas).</li>
</ol>
<p><strong>Sistemas de Compensação</strong></p>
<p>Quanto à forma de compensação, existem duas práticas:</p>
<ol type="a">
<li><strong><em>Mononível:</em></strong> a margem de lucro do produto revendido. Nesta sistemática a revendedora compra o produto e o revende com uma margem de lucro média de 30% (mark up). Nesse sistema não há qualquer pagamento feito pelas empresas aos revendedores. Esta forma de compensação também é denominada “desconto”.</li>
<li><strong><em>Multinível:</em></strong> a remuneração é paga pela empresa de venda direta ao revendedor que indicar outros revendedores. Neste caso, o revendedor exerce duas relações absolutamente distintas: a primeira de compra e venda (mononível) e a segunda de prestação de serviços de agenciamento em que recebe um bônus (multinível). Relação de Emprego O artigo 3o. da Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto lei número 5.452, de 01.05.1943) estabelece os requisitos necessários para caracterizar a relação de emprego. O vendedor direto não possui relação de emprego com as empresas de vendas diretas.</li>
</ol>
<p><strong>4. Relação de Emprego</strong></p>
<p>O artigo 3o. da Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto lei número 5.452, de 01.05.1943) estabelece os requisitos necessários para caracterizar a relação de emprego. O vendedor direto não possui relação de emprego com as empresas de vendas diretas.</p>
<h3>II. ENCARGOS PREVIDENCIÁRIO E TRIBUTÁRIO</h3>
<p>O comerciante ambulante é considerado contribuinte obrigatório para fins previdenciários, nos termos da Lei n º 8.212, de 24.07.1991 e Decreto número 2.173 de 05.03.1997 e suas alterações posteriores, sendo obrigado a recolher contribuições para o Instituto Nacional de Seguridade Social calculadas com aplicação de alíquotas de 20%.</p>
<p>A inscrição do comerciante ambulante e o recolhimento das contribuições confere os benefícios da legislação previdenciária (aposentadoria, pensão aos beneficiários, auxílio-doença, salário-maternidade e outros).</p>
<p>O comerciante ambulante, além da contribuição previdenciária, está sujeito aos seguintes tributos:</p>
<p><em><strong>Tributo Federal</strong></em> &#8211; Imposto de Renda incidente sobre o lucro auferido (IRPF)<br />
Imposto de Renda da Pessoa Física: é recomendável que a revendedora escriture o livro caixa, para que se possa apurar a efetiva lucratividade, nos termos do Regulamento do Imposto de Renda.</p>
<p><em><strong>Tributo Estadual</strong></em> – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações (ICMS)</p>
<p>ICMS &#8211; Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações.</p>
<p>Como a própria denominação indica, este imposto incide sobre as operações relativas à circulação de mercadorias e sobre a prestação de algumas espécies de serviços (telecomunicações e energia elétrica).</p>
<p>O fato gerador do ICMS ocorre, basicamente, na saída das mercadorias do estabelecimento do remetente, e o imposto é calculado sobre o valor das mercadorias remetidas.</p>
<p>Segundo o Artigo 155 da Constituição Federal Brasileira, compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir o ICMS e legislar sobre as formalidades necessárias ao controle da arrecadação e administração desse imposto.</p>
<p>A fim de facilitar esse controle, os contribuintes devem ser inscritos na Secretaria da Fazenda de seu respectivo Estado, emitir notas fiscais, onde é lançado o ICMS, escriturar livros fiscais e no final de cada período, geralmente em bases mensais, recolher o imposto apurado, aos cofres do Estado.</p>
<p>Para as empresas não há dificuldades para o cumprimento dessas formalidades, entretanto, Para os revendedores há muita dificuldade para o cumprimento das formalidades, em virtude de seu pouco conhecimento das leis tributárias e do custo financeiro que teriam que suportar.</p>
<p>Por esse fato, existe no Brasil um instituto tributário chamado de &#8220;substituição tributária&#8221;, através da qual o industrial ou comerciante atacadista fica obrigado a recolher o ICMS devido nas operações subsequentes, em relação às mercadorias revendidas pelos revendedores.</p>
<p>A substituição tributária na venda direta encontra-se atualmente regulamentada pelo Convênio ICMS n º 45, de 23.07.1999, do CONFAZ – Conselho Fazendário (órgão firmado pelo Ministro da Fazenda e os Secretários da Fazenda dos Estados e do Distrito Federal). O Convênio ICMS 75/94 foi revogado pelo Convênio ICMS 45/99. Visite o site <a href="http://www.confaz.gov.br/" target="_blank">www.confaz.gov.br</a></p>
<p>Em razão de tal regulamentação, as empresas celebram com as Secretarias da Fazenda dos Estados um Termo de Acordo ou Regimes Especiais (uma espécie de contrato), onde são estabelecidas as formalidades a serem cumpridas pelas partes para o cálculo e recolhimento do ICMS devido pelas revendedoras domiciliares.</p>
<p>As empresas se obrigam a escriturar os livros fiscais relativos às operações das revendedoras domiciliares, recolher o imposto devido e cumprir outras formalidades em nome das revendedoras domiciliares.</p>
<p>Estas, por sua vez, recebem um número de inscrição coletivo, que abrange a todas, ficando desobrigadas, pessoalmente, do cumprimento de qualquer formalidade, inclusive emissão de notas fiscais.</p>
<p>Desta forma, as empresas assumem a total responsabilidade pelo recolhimento do ICMS devido pela atividade comercial das revendedoras domiciliares, podendo, inclusive, ser processadas administrativa e judicialmente, caso não cumpram as obrigações assumidas.</p>
<h3>III. LEI DE PROTEÇÃO AO CONSUMIDOR</h3>
<p>O Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078 de 11.09.1990) define os direitos do consumidor: trata da qualidade dos produtos e serviços, da prevenção e da reparação dos danos; dispõe sobre práticas comerciais prejudiciais ao consumidor e demais relações de consumo, incluindo fabricantes, comerciantes, governo e demais pessoas físicas/jurídicas envolvidas na cadeia de consumo.</p>
<p>Essa lei não específica para o mercado atendido pelas empresas de vendas diretas. Alguns artigos dessa lei, no entanto, têm como objetivo a defesa do consumidor atendido pelo sistema de vendas diretas. Exemplo: o prazo de arrependimento (artigo 49), determina que o consumidor tem 7 dias para desistir da compra do produto ou serviço, sendo que a empresa obriga-se a aceitar a devolução do produto ou obriga-se a devolver o respectivo valor devidamente corrigido pela inflação</p>
<h3>IV. LEIS ANTI-PIRAMIDAIS</h3>
<p>A Constituição Federal assegura o livre exercício de qualquer atividade econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa.</p>
<p>O Código Penal (Decreto Lei n° 2.848, de 07.12.1940) impõe limites à comercialização ao penalizar fraudes ou vantagens ilícitas, incluindo entre elas os sistemas piramidais ou correntes de felicidade.</p>
<h3>V. LEIS REFERENTES AO MARKETING MULTILEVEL</h3>
<p>Empresas de distribuição multinível são aquelas que comercializam produtos por intermédio de comerciantes ou distribuidores que, por sua vez, patrocinam outros, recebendo pagamentos baseados sobre as vendas realizadas pelos patrocinados.</p>
<p>As leis brasileiras não proíbem tal sistema de distribuição, sujeitando-se quem dele se utiliza às normas legais a que estão sujeitas as empresas em geral.</p>
<p>Os pagamentos correspondentes às vendas feitas pelos patrocinados estão sujeitos ao recolhimento do imposto de renda na fonte, bem como, no caso de pessoa física, à contribuição para o Instituto Nacional de Seguridade Social.</p>
<h3>VI. LEIS SOBRE CRÉDITO AO CONSUMIDOR</h3>
<p>Inexistem leis específicas regulamentando a concessão de crédito ao consumidor adquirente de produtos por venda direta.</p>
<p>Aliás, tendo em vista que a quase totalidade das vendas diretas é feita por intermédio de comerciantes ambulantes, não há praticamente concessões de crédito a consumidores.</p>
<p>Alguns poucos créditos, baseados na confiança, são concedidos sem maiores formalidades, limitando-se, contudo, à concessão de prazo para pagamento, sem acréscimo de juros.</p>
<h3>VII. LEIS DE LICENCIAMENTO</h3>
<p>À exceção da Lei n º 6.586/78, do Código de Defesa do Consumidor e do Convênio ICMS 45/99, não existe uma legislação específica acerca da venda direta em âmbito federal, estadual ou municipal, a exemplo do que ocorre em outros países do mundo. Conforme artigo 170 da Constituição Federal Brasileira, a ordem econômica é fundada nos princípios da livre iniciativa e livre concorrência. Assim, o sistema de vendas diretas não é proibido no Brasil.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: Associação Brasileira de Empresas de Venda Diretas</em></p>
<p style="text-align: right;"><em><a href="http://www.abevd.org.br" target="_blank">www.abevd.org.br</a></em></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript">// < ![CDATA[
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<p><span class='st_facebook_large' st_title='Guia de Legislação no Brasil' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/guia-de-legislacao-no-brasil/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Guia de Legislação no Brasil' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/guia-de-legislacao-no-brasil/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Guia de Legislação no Brasil' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/guia-de-legislacao-no-brasil/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Guia de Legislação no Brasil' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/guia-de-legislacao-no-brasil/' displayText='share'></span><span class='st_gbuzz_large' st_title='Guia de Legislação no Brasil' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/guia-de-legislacao-no-brasil/' displayText='share'></span><span class='st_messenger_large' st_title='Guia de Legislação no Brasil' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/guia-de-legislacao-no-brasil/' displayText='share'></span><span class='st_orkut_large' st_title='Guia de Legislação no Brasil' st_url='http://blog.komeia.com/2010/09/17/guia-de-legislacao-no-brasil/' displayText='share'></span></p>]]></content:encoded>
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		<title>melhorar Seu Negócio de Marketing</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 02:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Web Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[muitinivel Multinivel]]></category>
		<category><![CDATA[Multinivel]]></category>

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		<description><![CDATA[35 Divertidas maneiras e fáceis de melhorar Seu Negócio de Marketing Online por Pablo Moura 1. Tenha um blog. Blogar é se tornar popular! Com toda a diversão gráfica, esquema, ferramentas livres, rapidamente se torna uma das melhores formas, bem como a mais divertida para comercializar o seu negócio on-line. 2. Participe de fóruns e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>35 Divertidas maneiras e fáceis de melhorar Seu Negócio de Marketing Online por Pablo Moura</h2>
<p>1. Tenha um blog. Blogar é se tornar popular! Com toda a diversão gráfica, esquema, ferramentas livres, rapidamente se torna uma das melhores formas, bem como a mais divertida para comercializar o seu negócio on-line.</p>
<p>2. Participe de fóruns e deixe mensagens ou conselhos com uma cativante assinatura, onde pessoas com interesses semelhantes participam ativamente.</p>
<p>3. Recolha endereços de email dos seus amigos, familiares e contatos e envie periodicamente lembretes ou notícias sobre o seu negócio. Certifique-se de remover qualquer pessoa que pede para ser removida e evitar enviar e-mail para alguém que você não conhece ou que não esteja na sua lista.</p>
<p>4. Escreva artigos sobre os quais você é conhecedor e apaixonado, e publique no blog ou submetê-los a sites.</p>
<p>5. Inicie um boletim mensal ou bimestral. Torne-o interessante e cheio de dicas úteis.</p>
<p>6. Crie um ou mais vídeos online. Vídeos são muito mais fáceis de produzir do que você pensa. Você pode comprar uma câmera flip que liga e joga em seu computador ou utilizar uma webcam. Gravar o vídeo e, em seguida, faça o upload para o <a title="YouTube BR" href="http://www.youtube.com/?gl=BR&amp;hl=pt" target="_blank">YouTube</a> e outros sites.</p>
<p>7. Inicie um <a title="Baixar podcast gratis no softonic" href="http://www.softonic.com.br/windows/podcast-gratis" target="_blank">podcast</a>. Você pode usar um serviço gratuito ou pago para fazer isso e você pode ler os seus artigos por episódios, criar novos conteúdos, ou entrevistar alguém.</p>
<p>8. Crie <a title="Squidoo" href="http://www.squidoo.com/" target="_blank">Squidoo</a> lentes sobre vários temas.</p>
<p>9. Use <a title="Twitter Brasil" href="http://www.twitterbrasil.org/" target="_blank">Twitter</a>.</p>
<p>10. Utilize <a title="Cadastrar-se no Facebook" href="http://www.facebook.com/index.php?lh=eb53a1357e9da9be944fe72f73001633&amp;" target="_blank">Facebook</a>.<span id="more-176"></span></p>
<p>11. Crie alguns hubs em <a title="hubpages" href="http://hubpages.com/" target="_blank">hubpages</a>.</p>
<p>12. Deixe comentários em outros blogs.</p>
<p>13. Seja entrevistado na Internet.</p>
<p>14. Ofereça um <a title="sobre o ebook" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ebook" target="_blank">ebook</a> ou relatório gratuito.</p>
<p>15. Compartilhe o seu conhecimento sobre <a href="http://www.ehow.com/" target="_blank">ehow.com</a>.</p>
<p>16. Compartilhe seus livros favoritos no <a title="compartilhar livros com outras pessoas" href="http://www.shelfari.com/">shelfari.com</a></p>
<p>17. Mexa-se sobre a controvérsia social bookmarking sites.</p>
<p>18. Crie um cativante e divertido splash page e use o URL em todos os lugares.</p>
<p>19. Tire o máximo de proveito da sua assinatura de e-mail como link e usá-lo sempre.</p>
<p>20. Compre barato anúncios em outras páginas da web.</p>
<p>21. Crie uma marca &#8220;você&#8221;.</p>
<p>22. Crie alguns divertidos banners e colocá-los em outros sites ou no seu próprio.</p>
<p>23. Criar uma caçada com perguntas sobre o seu negócio e oferecer um prêmio.</p>
<p>24. Enviar slide e mostra em sites de hospedagens de slides como o slideshare.net.</p>
<p>25. Inquérito sobre visitantes n o seu site.</p>
<p>26. Utilize <a href="http://www.stumbleupon.com/" target="_blank">StumbleUpon</a>.</p>
<p>27. Escreva e publique revisões de livro.</p>
<p>28. Crie um logotipo atraente sobre seu negócio e inclua em todos os seus sites e blogs.</p>
<p>29. Crie uma frase atraente sobre seu negócio e inclua em seus sites.</p>
<p>30. Considere usar o seu cartão de visita em seu e-mail.</p>
<p>31. Trabalhar, pelo menos, um pouco mais em seu negócio sobre marketing on-line durante o dia.</p>
<p>32. Seja criativo e avance com novas idéias.</p>
<p>33. Utilizar imagens de marketing on-line em seus sites, blogs e outros.</p>
<p>34. Leia livros sobre marketing on-line para obter novas idéias.</p>
<p>35. Ter uma atitude positiva é uma atitude para o sucesso.</p>
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		<title>Links Marketing MultiNível</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 04:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[marketing de rede]]></category>
		<category><![CDATA[muitinivel Multinivel]]></category>
		<category><![CDATA[Multinivel]]></category>

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		<description><![CDATA[Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas &#8211; Um site completo sobre  Marketing Multinivel, confira: 1 &#8211; Guia de Legislação sobre Marketing de Rede no Brasil http://www.marketingderede.com.br/lei 2 &#8211; Código de Conduta para o Marketing de Rede no Brasil http://www.marketingderede.com.br/etica 3 &#8211; Todos os livros sobre Marketing de Rede publicados no Brasil http://www.marketingderede.com.br/livros 4 &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas &#8211; Um site completo sobre  Marketing Multinivel, confira:</p>
<p>1 &#8211; Guia de Legislação sobre Marketing de Rede no Brasil<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/lei" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/lei</a></p>
<p>2 &#8211; Código de Conduta para o Marketing de Rede no Brasil<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/etica" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/etica</a></p>
<p>3 &#8211; Todos os livros sobre Marketing de Rede publicados no Brasil<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/livros" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/livros</a></p>
<p>4 &#8211; Os melhores artigos sobre Marketing de Rede (em português)<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/artigos" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/artigos</a></p>
<p>5 &#8211; O melhor portal sobre Marketing de Rede (em português)<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/portal" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/portal</a></p>
<p>6 &#8211; Associação de Venda Direta no Brasil<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/abevd" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/abevd</a></p>
<p>7 &#8211; Associação de Venda Direta nos Estados Unidos<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/dsa" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/dsa</a></p>
<p>8 &#8211; Confederação Internacional de Venda Direta<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/wfdsa" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/wfdsa</a></p>
<p>9 &#8211; Associação Internacional de Marketing de Rede<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/mlmia" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/mlmia</a></p>
<p>10 &#8211; Guia de Legislação sobre Marketing de Rede nos Estados Unidos<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/law" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/law</a></p>
<p>11 &#8211; O melhor jornal sobre Marketing de Rede do mundo<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/newspaper" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/newspaper</a></p>
<p>12 &#8211; A melhor revista sobre Vendas Diretas do mundo<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/magazine" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/magazine</a></p>
<p>13 &#8211; O melhor portal sobre Marketing de Rede do mundo<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/mlm" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/mlm</a></p>
<p>14 &#8211; A melhor comunidade de treinamento de Marketing de Rede do mundo<br />
<a href="http://www.marketingderede.com.br/community" target="_blank">http://www.marketingderede.com.br/community</a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Confira também os artigos sobre </em><a title="gerenciador de marketing multinivel" href="http://blog.komeia.com/category/marketing-de-rede/gerenciador-gmr/"><em>gerenciador de marketing de rede </em></a><em>e o </em><a title="gerenciador de marketing de rede" href="http://blog.komeia.com/2007/08/03/sistema-para-controle-de-marketing-de-rede-multinivel/"><em>GMR</em></a><em>.</em></p>
<p>Por: <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #888888;"><em>Pablo Moura</em></span></span></p>
<p><span class='st_facebook_large' st_title='Links Marketing MultiNível' st_url='http://blog.komeia.com/2009/06/19/links-marketing-multi-nivel/' displayText='share'></span><span class='st_twitter_large' st_title='Links Marketing MultiNível' st_url='http://blog.komeia.com/2009/06/19/links-marketing-multi-nivel/' displayText='share'></span><span class='st_email_large' st_title='Links Marketing MultiNível' st_url='http://blog.komeia.com/2009/06/19/links-marketing-multi-nivel/' displayText='share'></span><span class='st_sharethis_large' st_title='Links Marketing MultiNível' st_url='http://blog.komeia.com/2009/06/19/links-marketing-multi-nivel/' displayText='share'></span><span class='st_gbuzz_large' st_title='Links Marketing MultiNível' st_url='http://blog.komeia.com/2009/06/19/links-marketing-multi-nivel/' displayText='share'></span><span class='st_messenger_large' st_title='Links Marketing MultiNível' st_url='http://blog.komeia.com/2009/06/19/links-marketing-multi-nivel/' displayText='share'></span><span class='st_orkut_large' st_title='Links Marketing MultiNível' st_url='http://blog.komeia.com/2009/06/19/links-marketing-multi-nivel/' displayText='share'></span></p>]]></content:encoded>
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		<title>O vendedor de shampoo</title>
		<link>http://blog.komeia.com/2009/06/19/o-vendedor-de-shampoo/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 04:11:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de rede]]></category>
		<category><![CDATA[muitinivel Multinivel]]></category>
		<category><![CDATA[Multinivel]]></category>

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		<description><![CDATA[Vinte anos haviam se passado e a rotina não mudara. O trabalho porta-a-porta era divertido e compensador, mas o Sr. Estevão não possuía mais o mesmo pique da juventude e o entusiasmo também parecia estar perdendo seu vigor. E como se não bastasse, tinha contraído algumas dívidas que lhe tiravam o sono, comprometendo mais ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="1%" align="right">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td bgcolor="#f8faef"><img src="http://www.chance.com.br/ch/img/ils/vendedordeshampoo.jpg" alt="" width="144" height="150" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Vinte anos haviam se passado e a rotina não  mudara. O trabalho porta-a-porta  era divertido e compensador, mas o Sr. Estevão não possuía mais o mesmo pique  da juventude e o entusiasmo também parecia estar perdendo seu vigor. E como se  não bastasse, tinha contraído algumas dívidas que lhe tiravam o sono,  comprometendo mais ainda sua reconhecida performance de exímio vendedor.</p>
<p>Seu produto era de boa qualidade, essa segurança ele tinha. Seus clientes se  mantinham satisfeitos, reclamação não havia. Shampoo é um produto que tem boa  saída e isto ele já estava careca de saber. A única coisa que &#8220;pegava&#8221; de fato  era que o tempo havia passado mais rápido do que ele esperava. Tinha  conquistado um modesto patrimônio como fruto de seus esforços, mas no fundo  sabia que os recolhimentos efetuados ao INSS no decorrer de todo esse tempo  não iriam representar lá grande coisa quando se aposentasse, ou seja, seu  padrão de vida perigava cair. E o pior é que este dia estava se aproximando.</p>
<p>Tinha um círculo de relacionamento fenomenal. Uma carteira de clientes  realmente muito extensa. Viajava muito e, além de centenas de clientes  espalhados por muitas cidades de uma vasta região, tinha muitas amizades  sólidas que surgiram a partir desses contatos comerciais. Um verdadeiro  tesouro chamado networking, sem ele saber.<span id="more-159"></span></p>
<p>Sabia que precisava fazer alguma coisa, e rápido, para não padecer no mais  depressivo dos lugarejos, o temível &#8220;V.A.D.&#8221; (Vale dos Aposentados  Desafortunados). Tinha que buscar algo que permitisse diversificar sua renda  ou, melhor ainda, assegurar sua estabilidade financeira. Mas o quê?&#8230; Onde?  Olhava ao redor e nada parecia lhe acenar, mesmo que remotamente, como uma  solução, uma minguada resposta ao seu dilema.</p>
<p>Certo dia, em uma de suas visitas de rotina a salões de beleza, para abastecer  com seu produto, comentou de suas dificuldades com o cabeleireiro Lino,  proprietário do salão. E, como se a fada madrinha tivesse ouvido seus  lamentos, foi agraciado com a mais inesperada das oportunidades que, segundo  seu portador, poderia realmente vir de encontro as suas necessidades. Era  simplesmente perfeito! Bom demais para ser verdade. Instantaneamente ocorreu- lhe aquele &#8220;chavão&#8221; de um conhecido comercial de cerveja: &#8220;SERÁ?!&#8230;&#8221;</p>
<p>Lino acabara de se cadastrar numa empresa de Marketing de Rede no segmento de  perfumes e cosméticos e, em curto espaço de tempo, já estava obtendo  excelentes resultados. Só para se ter uma idéia, em três dias já havia vendido  mais de R$ 800,00 apenas dentro do salão, lucrando com isso mais de R$ 500,00  líquidos. Nada mal para apenas três dias de trabalho, considerando que esses  ganhos eram apenas frutos de suas vendas diretas (pessoais), pois ainda não  havia iniciado o desenvolvimento da sua rede.</p>
<p>Lino explicou em detalhes para o Sr. Estevão todo o plano de marketing, as  vantagens e o potencial do negócio. Lembrou ao Sr. Estevão que, pelo fato de  viajar muito e contactar muitas pessoas, levava uma grande vantagem sobre ele,  pois poderia desenvolver uma grande rede num espaço de tempo relativamente  curto, sem que isso atrapalhasse a sua atividade atual. Já o Lino, por ter uma  rotina sedentária, abordando apenas as pessoas que passavam pelo salão,  cresceria também, mas num ritmo menos acelerado. Simplesmente o Sr. Estevão  estava com a &#8220;faca e o queijo na mão&#8221;.</p>
<p>O Sr. Estevão achou tudo lindo e maravilhoso. Bom demais para ser verdade! Não  entrava em sua cabeça como que as vendas de outras pessoas poderiam lhe  beneficiar. Como poderiam, vendedores dos mesmos produtos que ele, não serem  seus concorrentes, e sim seus aliados? Era simplesmente absurda e inconcebível  a proposta que seu amigo Lino lhe apresentara. No fundo, sentiu até uma  pontinha de pena dele por suspeitar que o amigo entrara numa furada, num  daqueles esquemas de correntes e pirâmides que o amigo do cunhado do tio de  seu ex-vizinho havia se &#8220;ferrado&#8221;, certa vez. Nunca soube direito da história,  mas tinha características semelhantes.</p>
<p>Infelizmente, o Sr. Estevão não conseguiu absorver a essência do autêntico  Marketing Multinível de uma empresa sólida e idônea, apesar de ter levado para  analisar todo o material de apoio da empresa que o Lino lhe emprestou. Quando  retornou, após 15 dias de viagem, devolveu, sem ao menos folheá-lo, nem sequer  entrou no site da empresa, que o Lino tanto recomendou. Por fim, apenas  agradeceu a gentileza da tentativa de ajuda por parte do velho amigo e  descartou a possibilidade de ingressar no negócio. Não entendeu, não quis  tentar entender e, por falta de informações, não se interessou, ignorando  assim, a maior oportunidade da sua vida.</p>
<p>Sinceramente, espero que um dia o conceito do MMN possa produzir na cabeça do  Sr. Estevão um efeito bem menos superficial que o shampoo que ele distribui,  para que ele possa se aposentar dignamente, com uma renda bem mais  significativa que a do INSS.</p>
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		<title>O que é Network?</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 04:03:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Moura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que é Network? Desde que começou a perceber o sentido da vida no universo, o homem se deparou com a necessidade de se associar em grupos para se proteger das adversidades que ameaçavam a sua existencia. Entretanto, no decorrer da sua história, com a evolução do conhecimento e do aparecimento das estruturas de poder, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="manchete"><span class="bold">O que é Network?</span></span><br />
<em><a href="http://www.chance.com.br/nk/perfil.php?o=1245384125&amp;icn=48560"><span style="color: #888888;"> </span></a></em></p>
<table class="minitexto" border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="1%" align="right">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td bgcolor="#f8faef"><img src="http://www.chance.com.br/ch/img/ils/luzceu.jpg" alt="" width="150" height="113" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Desde que começou a perceber o sentido da vida no  universo, o homem se deparou  com a necessidade de se associar em grupos para se proteger das adversidades  que ameaçavam a sua existencia.</p>
<p>Entretanto, no decorrer da sua história, com a evolução do conhecimento e do  aparecimento das estruturas de poder, ele vem se afastando cada vez mais de  seu semelhante.</p>
<p>O agrupamento que hoje convencionamos chamar de sociedade, constitui um  sistema muito complexo, cuja principal caracteristica é a seletividade  (seleção social).</p>
<p>Somente os individuos &#8220;qualificados&#8221; tem acesso aos benefícios gerados pelo  sistema, o que vem provocando uma degeneração da qualidade de vida de forma  mais ou menos estratificada.</p>
<p>Como resolver esta desigualdade que cresce a cada dia, com profundas  conseqüências para a humanidade?</p>
<p>A solução está na redistribuição do dinheiro? Se todas as pessoas,  independente de sua condição social, tivessem um nível de renda adequado para  as suas necessidades, o mundo seria diferente?<span id="more-155"></span></p>
<p>Analisemos a estrutura atual: diariamente, as pessoas saem de suas casas em  busca de recursos financeiros para o sustento próprio e de seus familiares. O  que cada uma receberá depende do valor social daquilo que ela tem a oferecer.  Não importa se é um individuo ou uma empresa. É uma relação limitada de troca  de tempo por dinheiro. Maior valor significa mais dinheiro em menos tempo e  vice-versa.</p>
<p>Para a manutenção deste status, essas entidades buscam a segurança através do  pagamento de impostos, seguros, previdência, etc&#8230; aparentemente o mundo é  belo, porém o problema social continua, pois falta um ingrediente essencial  chamado NETWORK (interrelacionamento), para a sua sustentação.</p>
<p>Neste conturbado cenário de luta pela sobrevivência, a criatividade humana se  manifestou mais uma vez. Fruto de uma idéia simples, porém revolucionária,  surgiu uma nova forma de relacionamento entre as pessoas focada inteiramente  no beneficio gerado por bens materiais (empresas). Este sistema possui as  seguintes caracteristicas:</p>
<table class="txt" style="height: 631px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="487">
<tbody>
<tr height="100%">
<td width="570" valign="top">
<li>É um negócio simples, barat e de acesso iimitado;</li>
<li>Promove maiores resultados em menor espaço de tempo;</li>
<li>Une as pessoas, indiferente de raça, credo ou condição social;</li>
<li>Exige trabalho &#8211; dedicação &#8211; determinação &#8211; comprometimento;</li>
<li>Atua como fator desconcentrador de renda, gerando maior equilíbrio social;</li>
<li>Resgata valores humanos;</li>
<li>Contribui para o autoconhecimento e desenvolvimento pessoal;</li>
<li>Oferece ganhos ilimitados.<br />
Para visualizarmos melhor como isso funciona observemos o diagrama abaixo:</p>
<table class="minitexto" border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="1%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#f8faef"><img src="http://www.chance.com.br/ch/img/ils/grafico_dorinato.gif" alt="" width="350" height="139" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O sistema atual continua oferecendo as mesmas perspectivas de trabalho  descritas acima, porém o individuo ou empresa nele inserido poderá agora  migrar (transitar livremente) entre ele e o sistema Network, que oferece uma  estabilidade social mais segura, garantindo assim uma melhor qualidade de vida.<br />
Isso significa que as grandes questões sociais, como desemprego, aposentadoria  (INSS – Isso Nunca Será Suficiente), e outras mazelas poderão ser resolvidas  de uma vez por todas através da livre iniciativa.<br />
Em face da tamanha dimensão e alcance deste &#8220;novo&#8221; sistema, me atrevo a  afirmar que, numa visão futura, o mesmo se tornará holistico e seu objetivo  será separar o homem do seu mundo material, de forma que este possa se  encontrar frente a si mesmo e ver de forma humanista o seu semelhante.<br />
O homem terá finalmente se libertado da matéria e se aproximado mais  espiritual e integralmente de seu Criador.<br />
Dorinato Alves Moreira é Profissional de Marketing de  Rede.</p>
<p><em>por <a href="http://www.chance.com.br/nk/perfil.php?o=1245384125&amp;icn=48560"><span style="color: #888888;">Dorinato Alves Moreira</span></a></em></li>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>MLM, a profissão do século XXI</title>
		<link>http://blog.komeia.com/2009/06/19/mlm-a-profissao-do-seculo-xxi/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 03:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Dia-a-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[E-Businnes]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de rede]]></category>
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		<description><![CDATA[O que você vai ser quando crescer? Esta é a pergunta que ouvimos durante toda nossa infância e adolescência. Já escolhemos ser bombeiro, policial, médico e professor, e o tempo foi passando e fomos mudando de opinião. No final, motivados pela sede de dinheiro ou pela vontade sei lá de quem, ingressamos numa faculdade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em>O que você vai ser quando crescer?</p>
<table border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="1%" align="right">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td bgcolor="#f8faef"><img src="http://www.chance.com.br/ch/img/ils/formatura_chapeu.jpg" alt="" width="150" height="141" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Esta é a pergunta que ouvimos durante toda  nossa infância e adolescência. Já  escolhemos ser bombeiro, policial, médico e professor, e o tempo foi passando  e fomos mudando de opinião. No final, motivados pela sede de dinheiro ou pela  vontade sei lá de quem, ingressamos numa faculdade de qualquer coisa. Afinal,  precisávamos de um canudo pra conseguir um espaço no disputado mercado de  trabalho.</p>
<p>Mais uma vez, nossa liberdade de escolha havia sido exercida, e agora pelo  medo de pôr tudo a perder, nos sujeitamos a cumprir ordens dás 8:00 às 18:00h,  sendo reféns de nossos salários, enquanto nossos filhos crescem sem pai e sem  mãe e nós tentamos ingenuamente garantir-lhes um futuro mais próspero. Mas  como? O mundo corporativo caminha para o &#8220;cada um por si e Deus por todos&#8221;. A  segurança no emprego morreu. A previdência social jamais conseguirá sustentar  a massa de idosos aposentados que vem surgindo. E nós, ainda com uma idéia  atrasada de empregabilidade, damos aos nossos filhos um exemplo de medo,  dependência e mediocridade.</p>
<p>Será que estamos tentando recuperar o dinheiro e o tempo investidos? Afinal,  foram pelo menos cinco longos anos dedicados aos estudos em uma faculdade.  Pelo menos quatro horas por noite, e além disso investimos no mínimo R$ 700  por mês entre mensalidades, materiais e outras despesas que, capitalizados em  cinco anos, com 1% ao mês, representariam hoje R$ 57.249. <span id="more-150"></span></p>
<p>E depois de tudo isto, espalhamos nossos currículos para conseguir uma vaga de  emprego (salário inicial R$ 1.200). E sem garantia de crescimento e  carreira. Afinal, garantia, carreira&#8230; &#8220;isto não te pertence mais&#8221;,  parafraseando uma humorista da TV.</p>
<p>Na verdade, toda esta conta não faz sentido se formos felizes com a profissão  que escolhemos, mas a maioria de nós não está assim tão feliz, nem ao menos  satisfeita. Muitos estão conformados. Não estão querendo lutar contra esta  triste realidade.</p>
<p>Para aqueles que querem mudança, como eu quis há alguns anos atrás, existe uma  nova profissão que atrai cada vez mais pessoas no mundo todo. O profissional  de Marketing Multinível, ou de &#8220;Multi-Level Marketing&#8221;. MLM´ers, como somos  chamados. Existem até faculdades para isto nos Estados Unidos. Aqui no Brasil  ainda não, e talvez por isto essa atividade profissional é ainda tão pouco  conhecida, e muitas vezes mal interpretada.</p>
<p>O empreendedor de Marketing Multinível é um profissional autônomo,  representante independente de uma determinada companhia, que tem como  responsabilidade executar as tarefas de marketing e divulgação dos produtos e  da oportunidade, e também dar treinamento aos novos empreendedores. É um trabalho que consiste em falar com pessoas e criar relacionamentos. O  MLM`er trabalha a partir de sua casa, do lado de seus filhos e de sua família,  faz uso de telefone, Internet, e consegue criar gigantescos negócios ao redor  do mundo, o que lhe permite obter altos rendimentos financeiros com uma  qualidade de vida invejável.</p>
<p>Em suma, qualquer pessoa, independentemente de sua formação acadêmica ou  cultural, posição social, credo, raça, pode ter sucesso como profissional de  Marketing Multinível, pois o sistema é criado de tal forma que esta pessoa  receberá sempre o apoio e treinamento de outros profissionais mais experientes  para ajudar no desenvolvimento do seu negócio.</p>
<p>A dedicação de tempo também pode ser parcial, desenvolvendo em paralelo com  outra atividade, até que os rendimentos superem a atividade que já possui.</p>
<p>Tomemos por base os mesmos cinco anos de estudos dedicados em uma faculdade. Se uma pessoa se dedicar por cinco anos, quatro horas por dia desenvolvendo  seu negócio de Marketing Multinível, é muito provável que terá, no final de  cinco anos, um rendimento superior a R$ 5.000 e que poderá crescer ainda  mais, à medida que aumenta a sua organização de negócio. E com outra vantagem,  além de não gastar praticamente nada para iniciar, estará ganhando no decorrer  deste período de cinco anos.</p>
<p>Mas isto não é um proposta de enriquecimento rápido sem trabalho. Existe uma  fórmula para ser bem sucedido como profissional de MLM. Uma receita para o  sucesso. Acredito que esta receita também serve para qualquer outra profissão.</p>
<p>Eu chamo a minha receita de (3 P´s). E são estes os três ingredientes: paixão, profissionalismo e persistência.</p>
<p><span>Paixão:</span><br />
É o ingrediente da alma. É o entusiasmo pela atividade. É dormir e acordar  pensando no seu trabalho e como fazê-lo melhor, e como servir a mais pessoas.  É ter brilho nos olhos quando você fala de seus produtos e da companhia que  representa. Você só poderá ter sucesso em MLM se gostar muito do que faz, da  profissão que escolheu, da empresa que representa e dos produtos que oferece. Em MLM, não existe o medo do desemprego pra fazer você sair da sua zona de  conforto e trabalhar. Só existe o otimismo, a vontade de conquistar a  liberdade e realizar seus sonhos.</p>
<p><span>Profissionalismo:</span><br />
MLM pode ser feito em tempo parcial, você determina quando e quanto tempo vai  empregar em seu trabalho. Contudo, mesmo que você tenha outra atividade  paralela, deverá ter uma atitude profissional com relação ao seu negócio de  MLM. Não poderá ter sucesso agindo de forma displicente, sem planejamento sem  comprometimento com os resultados de suas próprias metas. Ser profissional é  levar a sério sua escolha, organizar seu trabalho, sua agenda, seus contatos,  seus treinamentos, enfim tudo o que o leva a crescer cada vez mais na  profissão que você escolheu.</p>
<p><span>Persistência:</span><br />
É permanecer fiel à sua escolha até o fim, até alcançar seus resultados. É não  desistir nunca. É usar cada obstáculo como degrau para alcançar seus objetivos. Persistência é o ingrediente da mente. Olhe ao seu redor, todas as pessoas de  sucesso persistiram em seus sonhos. Dia após dia, ano após ano, as pessoas bem- sucedidas foram se aprimorando, até que um dia&#8230; Aha!!! Chegaram ao sucesso.  E os outros, os expectadores, chamam isto de sorte.</p>
<p>Se esta receita funciona para qualquer profissão, por que o Marketing  Multinível?</p>
<p>O Maqueting Multinível proporciona algo que não existe nas outras profissões.  É a renda alavancada. É aquela renda que advém não somente do seu próprio  esforço, mas de uma multidão de pessoas que se criou porque você ajudou  algumas pessoas com sua verdadeira vontade, e ensinou-as a serem bem- sucedidas.</p>
<p>Em que outra profissão você sempre se preocupa em ajudar e quer que seus  colegas de trabalho, que são seus parceiros de negócios, cresçam na carreira  tanto ou até mais que você?!</p>
<p>Em que outra profissão você pode alcançar resultados que normalmente levariam  30 anos em apenas 5 a 10 anos?</p>
<p>Espero que este texto ajude você a refletir sobre sua vida, seus sonhos  verdadeiros e sobre seu futuro.</p>
<p>Paz e Prosperidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>por <span style="color: #888888;">Fabrício Fernandes</span></em><br />
<span>Fabricio Fernandes</span> é empresário e profissional de  Marketing Multinível.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como reconhecer uma boa oportunidade?</title>
		<link>http://blog.komeia.com/2009/06/19/como-reconhecer-uma-boa-oportunidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 03:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[E-Businnes]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de rede]]></category>
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		<description><![CDATA[Estou colocando aqui dicas para você que esta procurando conheçer mais sobre o negócio de Vendas Diretas e Marketing de Rede escrito por Sergio Buaiz Talvez você tenha sido convidado para uma reunião de negócios, ou então ouviu falar de uma oportunidade que dá muito dinheiro, mas não sabe exatamente do que se trata. Quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span>Estou colocando aqui dicas para você que esta procurando conheçer mais sobre o negócio de Vendas Diretas e Marketing de Rede</span></p>
<p style="text-align: right;"><span> </span><br />
<em>escrito por <a href="http://www.chance.com.br/nk/perfil.php?o=1245382215&amp;icn=10090"><span style="color: #888888;">Sergio Buaiz</span></a></em>
</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez você tenha sido convidado para uma reunião de negócios, ou então ouviu  falar de uma oportunidade que dá muito dinheiro, mas não sabe exatamente do  que se trata.</p>
<p>Quem sabe um amigo ou parente esteja envolvido com isso, ou o vizinho  tenha colado adesivos no carro, ou puseram um folheto por baixo da sua porta,  enfim, não sei de qual forma, mas é provável que as redes de distribuição já  estejam muito próximas de você.</p>
<p>Os empreendimentos de base domiciliar são uma tendência mundial que não  pára de crescer, pois ocupam a enorme lacuna deixada pelo desemprego,  oferecendo às pessoas comuns uma possibilidade real de terem o seu próprio  negócio.</p>
<p>É um sistema muito inteligente, que pega carona em alguns princípios  vencedores do franchising: redução dos riscos pela economia de escala,  capacitação, marketing e assessoria especializada, em um padrão duplicável de  sucesso.</p>
<p>É como se fosse uma franquia pessoal, em que o empreendedor não precisa  investir em ponto de venda, contabilidade e funcionários. Basta adquirir  alguns materiais de apoio e treinamento para iniciar o seu próprio negócio  comercial.</p>
<p>Da mesma forma que no varejo, franchising e em todos os canais de  distribuição existentes, vários intermediários são remunerados no caminho  entre a fábrica e o cliente final. A diferença é que, nos sistemas de vendas  diretas e marketing de rede, alguns desses intermediários são pessoas físicas.</p>
<p>Como resultado, forma-se uma rede capilarizada de distribuição, capaz de  levar esses produtos para as localidades mais remotas do País.</p>
<h3><strong>COMO FUNCIONA ESTE NEGÓCIO?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Cada empresa tem a sua própria regra, mas é comum que o interessado tenha  que adquirir um kit de negócios (folhetos, manuais, termo de adesão e outros  itens promocionais) e alguns produtos para iniciar o seu próprio negócio. Nas  principais empresas, esse investimento costuma variar entre R$ 30 e R$ 300  para quem deseja começar como vendedor/promotor, e R$ 300 a R$ 3.000 para quem  deseja começar como empreendedor (inclui pequenos estoques e treinamentos  especiais de liderança).<span id="more-146"></span></p>
<p>Nos dois casos, o interessado torna-se distribuidor independente, tendo o  direito de adquirir os produtos da empresa em condições especiais para auto- consumo ou revenda em sua região. Normalmente, se pratica um desconto de 30% a  50% para os distribuidores, e isso permite um lucro bem interessante sobre as  próprias vendas.</p>
<p>Entretanto, assim como na franquia ou em qualquer outro negócio, o sucesso  de um empreendedor está diretamente ligado a sua habilidade de atrair e manter  clientes para seus produtos e serviços. Ou seja, o simples fato de adquirir o  kit de negócios, estoque ou treinamento não garante sucesso a ninguém.</p>
<p>Se você abrir uma padaria, consultório odontológico escritório de  advocacia, terá que investir algum tempo e dinheiro em marketing. Caso  contrário, é provável que logo tenha que fechar as portas. Nas vendas diretas  e marketing de rede, não poderia ser diferente. Apesar da maioria dos  envolvidos acreditarem que o sucesso cairá do céu, a realidade se mostra  implacável. Muitos se deixam levar pelo canto da sereia e não fazem o trabalho  que deve ser feito. Como conseqüência, a seleção natural acontece.</p>
<p>Infelizmente, alguns empreendedores mal-intencionados promovem esse tipo  de oportunidade como se fosse mais fácil do que realmente é. Por terem uma  visão limitada ou distorcida, eles se aproveitam da inexperiência alheia para  fazerem seus distribuidores acreditarem em projeções ilusórias, gerando falsas  expectativas e a conseqüente frustração. Dessa maneira, conseguem arregimentar  grandes equipes em um curto espaço de tempo, ganham dinheiro e depois assistem  a própria derrocada.</p>
<p>Em contrapartida, aqueles que realmente compreendem a essência deste  negócio, são capazes de gerar resultados surpreendentes, ajudando outras  pessoas a melhorarem suas condições de vida. Há cada vez mais exemplos de  brasileiros que estavam desempregados, sem perspectivas, e considerados  incapazes de competir no mercado de trabalho tradicional, que hoje conseguem  se destacar em suas empresas.</p>
<p>O que dizer de um ex-motorista de ônibus, que hoje tem ganhos superiores a  R$ 10.000 por mês? E um ex-empresário quebrado, que pagou suas dívidas de US$  100.000 em um ano e agora tem ganhos superiores a R$ 50.000 por mês? Ou então,  os milhares de aposentados, ex-viciados, engenheiros, donas de casa,  caminhoneiros, médicos, advogados, ex-detentos, economistas, professores,  estudantes que recebem rendimentos acima de R$ 3.000 por mês, por liderarem  suas próprias equipes de distribuição?</p>
<p>Não é fácil, mas é possível. Ao longo desses dez anos, assistindo a  transformação acontecer na vida de tantas pessoas, me apaixonei completamente  por esse sistema.</p>
<p>Eu poderia contar inúmeras histórias de sucesso, mas depois de conhecer o  que se passa nos Estados Unidos, Japão e Europa, fica difícil comparar. Parece  que os brasileiros não entenderam direito como funciona e, mesmo aqueles que  têm resultados, ainda não sabem extrair o que há de melhor nesta oportunidade.</p>
<h3><strong>OS DESAFIOS DO MERCADO BRASILEIRO</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Depois de editar o único jornal especializado no assunto entre os anos de  1996 e 1999, tive a oportunidade de interagir com líderes e executivos das  principais empresas. Muitos foram meus assinantes e até hoje mantêm comigo  ótimas relações.</p>
<p>Pela posição privilegiada que ocupava, assisti de perto o surgimento de  novas empresas, que alcançaram números fabulosos e depois fracassaram. Também  vi redes inteiras desmoronarem dentro de empresas sérias, ao mesmo tempo em  que estudava o que acontecia lá fora, nos mercados mais desenvolvidos. Virei  escritor, consultor e treinador, e atualmente participo da ABEVD – Associação  Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, na condição de sócio-fornecedor,  como Presidente da Chance Network.</p>
<p>Hoje, posso afirmar que conheço pessoas que estão ganhando bem, por  formarem equipes de distribuição a partir de suas próprias residências.  Entretanto, sei que nem todas conseguirão manter o mesmo nível de ganhos nos  próximos anos, porque estão cometendo erros de marketing que não conseguem  ver. Alguns líderes estão recebendo pequenas fortunas, desfilam em carros  importados e posam de bem-sucedidas, mas não conseguem construir algo  realmente sólido e sustentável. Ou seja, estão reconstruindo seus grupos há  alguns anos e pensam que o negócio funciona assim mesmo.</p>
<p>Da mesma forma, vejo algumas das melhores empresas sendo comandadas por  executivos inexperientes, que cometem erros de gestão, principalmente no que  se refere à preservação do capital humano e relações que mantêm com suas  lideranças. Infelizmente, isso vem acontecendo com muita freqüência aqui no  Brasil.</p>
<p>Em meio a tudo isso, recebo muitas mensagens de pessoas buscando  informações sobre “empresas sérias” ou dicas para identificar as “melhores  oportunidades”, como se fosse uma receita de bolo igual para todos. É uma  pena, mas não existe isso.</p>
<p>Eu poderia citar meia-dúzia de oportunidades que estão vivendo bons  momentos no Brasil, mas jamais garantir o êxito delas a longo prazo. Querer  que eu aponte a melhor oportunidade do mercado, é o mesmo que esperar que o  banco preveja as ações que mais irão crescer nos próximos dois anos. É  simplesmente impossível!</p>
<h3><strong>COMO IDENTIFICAR UMA BOA OPORTUNIDADE PARA VOCÊ?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Abaixo, apresento alguns indicativos que eu uso pessoalmente, para separar  o joio do trigo. Após todos esses anos, descobri que, para identificar uma boa  oportunidade neste mercado, é necessário analisar os seguintes aspectos:</p>
<p>1 – A empresa tem uma linha de produtos de qualidade realmente  diferenciada, com preços compatíveis, em um mercado promissor? Ou seja,  produtos que o cliente final vai desejar adquirir após uma demonstração  impactante e verdadeira (e que deixará o cliente satisfeito a longo prazo)?</p>
<p>2 – A empresa tem uma missão clara, digna e capaz de inspirar suas  equipes? Seus fundadores e principais executivos devem estar comprometidos com  esses valores, que não podem ser apenas o lucro financeiro. Qualquer empresa  deve promover algum bem considerável nas comunidades em que atua para ser  sustentável.</p>
<p>3 – A empresa oferece um plano de oportunidades reais, que permita a todas  as pessoas comprometidas ganharem dinheiro rapidamente, com as próprias vendas  ou em pequenas equipes? Isso é o que sustenta as grandes redes (bônus e  segurança) a longo prazo.</p>
<p>4 – A empresa oferece um sistema de treinamento que realmente forme e  oriente os líderes a apoiarem suas equipes? Marketing de Rede não é apenas um  processo de empilhar muitos contratos e esperar que a recompensa caia do céu,  como uma dádiva.</p>
<p>5 – A empresa está legalizada e recolhe seus impostos? Possui capital e  estrutura necessária para suportar a rápida expansão que a combinação dos  fatores anteriores pode resultar?</p>
<p>Se você pedir para qualquer ex-distribuidor que tenha se desiludido com  esse sistema, refletir sobre a oportunidade que conheceu, perceberá que um ou  mais desses quesitos falharam.</p>
<p>As empresas que mais se aproximam da perfeição são as gigantes  internacionais, pois elas certamente conseguiram preencher todos esses  quesitos em seu mercado original. Entretanto, quando vêm para o Brasil, é  preciso analisar se os executivos locais são capazes de reproduzir o mesmo  padrão por aqui. Normalmente, eles falham na condução dos quesitos 2 e 4, por  quererem reduzir custos e não entenderem a importância do que estão fazendo  (ou deixando de fazer). Isso sem contar nas diferenças culturais e econômicas  que precisam ser adaptadas.</p>
<p>No que se refere ao quesito 5, é importante ressaltar que as empresas  brasileiras e filiais das gigantes internacionais competem de igual para  igual. Por mais que se traga experiências e recursos de fora, ninguém investe  por muito tempo aqui sem obter resultados. Portanto, o sucesso internacional  não garante o sucesso local de ninguém. E vice-versa.</p>
<h3><strong>QUE RISCOS VOCÊ ESTÁ DISPOSTO A CORRER?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma que se deve analisar o perfil de um investidor para saber o  risco que ele está disposto a correr no mercado financeiro, é preciso analisar  os riscos que o empreendedor está disposto a correr quando inicia em um  negócio de vendas diretas e marketing de rede.</p>
<p>Por exemplo: se uma grande empresa internacional está entrando no mercado  brasileiro, significa que você terá produtos de qualidade reconhecida,  credibilidade internacional etc. Além disso, se ela emplacar por aqui, você  terá uma estrutura forte para levar seus negócios para o exterior. Entretanto,  o sucesso dela no mercado local ainda é uma incógnita. Será que ela vai se  adaptar a nossa cultura? Será que os preços serão bons para o nosso mercado? É  mais arriscado do que entrar em uma empresa já estabilizada e com resultados  para apresentar aqui no Brasil.</p>
<p>Uma nova empresa nacional também representa grandes riscos. Por mais  capitalizada que ela esteja, ninguém sabe se o modelo de negócios dela irá  funcionar. Será que os executivos estão preparados para administrá-la? Será  que os clientes vão gostar dos produtos? Será que ela vai saber conduzir o  próprio crescimento? Só o tempo irá dizer. Entretanto, se ela realmente der  certo, você poderá ser um pioneiro e surfar na crista da onda!</p>
<p>Qual o seu perfil? Prefere ser pioneiro e assumir riscos, ou gostaria de  aderir a um sistema que já tem um histórico de sucesso para apresentar aqui no  Brasil? Se escolher a opção mais conservadora, pode ser que não encontre a  mesma velocidade de expansão, e talvez a marca já seja conhecida pelos seus  contatos, mas terá uma estrutura melhor para trabalhar. Enfim, só você sabe o  risco que está disposto a correr.</p>
<h3><strong>VOCÊ ADMIRA SEUS LÍDERES?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Para completar, não basta ter uma empresa com todos esses quesitos, se a o  seu líder for incompetente, anti-ético, interesseiro, imaturo&#8230;</p>
<p>Infelizmente, a maioria dos líderes brasileiros não têm a menor idéia  sobre a arte de liderar. 99,9% dos líderes brasileiros pensam demais no  próprio sucesso e não percebem que este é um negócio coletivo. Não adianta  crescer e deixar todos os seus distribuidores “pastando”, pois algum dia eles  vão acordar e pular fora.</p>
<p>A única forma de construir uma real liberdade financeira é formar novos  líderes em sua organização, se desenvolvendo como seres humanos melhores e  ganhando cada vez mais dinheiro. Caso contrário, a rede despenca. Por isso,  posso afirmar que a maravilha do Marketing de Rede ainda não foi compreendida  no Brasil.</p>
<p>Depois de todo o intercâmbio internacional que fiz com grandes mestres  como John Milton Fogg, Randy Gage, Richard Poe e John Kalench, percebo o  quanto os líderes brasileiros são despreparados. Ainda não entenderam nada  sobre este negócio.</p>
<p>Quer um exemplo simples? A maioria dos ex-distribuidores brasileiros  desistiram porque foram pressionados demais. Muitos tiveram que comprometer  seus laços familiares e sociais, dedicando todo o tempo livre (noites, finais  de semana etc) ao Marketing de Rede, como se isso fosse um requisito básico  para o sucesso neste negócio. Obviamente, isso gera desgaste, frustração e  desistências em massa.</p>
<p>Talvez não seja por mal, mas a verdade é que, quanto mais fanático, chato  e insensível você se torna, pior líder você é. Por que? Ao invés de atrair e  manter pessoas ao seu lado, você as afasta. Quem quer estar com um  líder “xarope” que abandona a família para viver em função do trabalho? Quando  as pessoas vêem o Diamante ou Presidente trabalhando feito um doido, elas  pensam: “não é isso que eu quero para o meu futuro”.</p>
<p>Dá para entender porque as redes desses “líderes” têm que ser  reconstruídas sempre??? Ninguém agüenta ficar muito tempo ao lado deles. As  pessoas não querem um novo patrão!</p>
<p>Agora imagine algo diferente. Oferecer uma oportunidade real, em que as  pessoas dedicam de 8 a 10 horas semanais, sem essa correria desenfreada e  todas as pressões que os outros fazem por aí. Um projeto de dois a cinco anos,  realmente flexível, em que você não precisa faltar ao aniversário da sua filha  para provar que está comprometido. Você desistiria? Será que os outros  desistiriam? Provavelmente a sua rede cresceria de forma mais lenta, mas a  retenção seria absurdamente maior, pois a sua imagem não seria a de um chato,  e sim de um grande amigo, companheiro e professor. Isso é Marketing de Rede!<br />
Para liderar uma grande organização sólida e fiel, você deve conquistar a  admiração das pessoas, e não o repúdio. Este é um negócio de relações humanas,  e não de dinheiro pelo dinheiro. Percebe as diferenças?</p>
<p>Um verdadeiro líder jamais faria Marketing de Rede para ficar rico. Ele  quer ser feliz, ao lado da esposa e dos filhos. Quer ter um trabalho flexível,  que lhe permita dedicar algumas horas semanais para estudar violão e se  encontrar com os amigos.</p>
<p>O verdadeiro líder quer ter um bom carro e uma boa casa, mas não está  preocupado que seja o carro mais caro do mundo. Ele quer é ter paz de espírito  e se sentir bem perante as outras pessoas. Quer que a sua rede admire o seu  exemplo, por ser alguém que realmente as ajuda a alcançarem o que desejam&#8230; e  assim elas nunca mais vão se afastar dele.</p>
<p>Por isso, tão importante quanto a empresa, são as lideranças. Pense nisso.</p>
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